A COLONIZAÇÃO DE SERGIPE DEL REY

praefectura-de-cirijivel-seregipe-del-rey-cum-itapuama

Mapa da Praefectura de Cirîjîvel Seregipe del Rey cum Itâpuáma representando a Capitania de Sergipe Del Rey, de Georg Marcgraf entre 1638-1643. Imagem retirada do livro A História de Sergipe Através da Cartografia

Dando continuidade ao post sobre a história Colonial de Sergipe, iniciada com o texto A Conquista de Sergipe Del Rey, chegou a vez de contar como se deu os primeiros anos da colonização sergipana, a procura por minas de metais e pedras preciosas e a invasão holandesa.

Essa postagem estava planejada para o dia 24 de Outubro, quando se comemora a Sergipanidade em nosso Estado. No entanto, devido a uma série de compromissos de trabalhos e outros só consegui terminar a elaboração do texto essa semana. Como o texto acabou ficando um pouco maior que o previsto, optei por deixar a parte sobre a anexação à Bahia e o período até 1763 para o próximo e último texto e não nesse como programado.

A Conquista de Sergipe foi obtida ao fim de uma guerra, que praticamente dizimou os habitantes autóctones, e da posterior perseguição dos sobreviventes que fugiram para o interior. O conquistador Cristóvão de Barros deu então início ao processo de colonização do território sergipano com a fundação da cidade-forte de São Cristóvão e com a distribuição de sesmarias e cativos aos soldados que participaram da guerra de conquista. Após oito meses de lutas para consolidar a conquista, retornou a Bahia, mas não sem antes criar uma força policial e construir um presídio, deixando Tomé da Rocha como Capitão-Mor e responsável pela administração, ficando este no cargo de 1591 à 1594.

São Cristóvão foi inicialmente construída em área próxima a foz do Rio Sergipe na data provável de 1º de janeiro de 1590. Entre 1595 e 1596 a cidade sofreria uma mudança de localidade com o objetivo de evitar o ataque dos piratas franceses. Esses piratas conheciam bem a região devido ao tempo que passaram comercializando com os indígenas e eram uma constante ameaça à cidade. Em 1607 ocorreu nova mudança para a localidade onde a cidade encontra-se atualmente, quatro léguas distantes da enseada do Vaza-Barris, na confluência do rio Paramopama.

praca-sao-francisco-adilson-andrade

Praça São Francisco no Centro Histórico da atual cidade de São Cristóvão. Fundada em 1607, foi designada Patrimônio da Humanidade em 1º de agosto de 2010 pela UNESCO pelo seu valor como documento histórico, paisagístico, urbanístico e sociocultural do período da União Ibérica. Foto de Adilson Andrade

As primeiras sesmarias doadas nos inícios da colonização eram voltadas principalmente para as atividades pastoris. Por muito tempo essa foi a principal atividade econômica da capitania, o que levou o historiador Felisbelo Freire a escrever: “O sergipano antes de ser agricultor foi pastor”. A produção canavieira só iniciaria por volta de 1602 nas férteis terras do vale do Cotinguiba. Ambas as atividades, pecuária e agricultura, visavam principalmente abastecer a capitania da Bahia. Paralelo a essas atividades econômicas, nos grandes latifúndios desenvolvia-se a lavoura de mantimentos, através das plantações de mandioca, milho, arroz, feijão, legumes, além da criação de aves em geral nas pequenas roças dos colonos que chegavam trazendo suas famílias. Esses eram bem diferentes dos grandes donos de terra, veteranos da conquista que, nas palavras de Luis Mott “deixavam na Bahia suas mulheres, algumas delas felizes por se verem livres das pancadas e da má vida que lhe davam seus senhores”.

Tanto a conquista de Sergipe como sua colonização ocorreram por ocasião da União Ibérica, no contexto da Dinastia Filipina em Portugal. Nesse período, estimulado pela descoberta das vultosas minas de prata e ouro nas colônias espanholas na América, a procura da existência de minas similares na América portuguesa fez florescer todo tipo de lenda a respeito de montanhas de ouro ou eldorados. Em Sergipe a mais famosa dessas lendas surgiu com a curiosa história sobre as Minas de Prata da Serra de Itabaiana, supostamente descobertas por Belchior Dias Moréia.

Veterano da guerra de conquista de Sergipe, Belchior era neto por parte de mãe de Diogo Alvares Correia, o Caramuru e pelo lado paterno de Garcia Dias D’Ávila, considerado o primeiro latifundiário brasileiro tendo possuído inúmeras terras nos estados da Bahia e de Sergipe. Após ter servido como um dos capitães de Cristóvão de Barros, Belchior recebeu lotes de terra junto a serra do Canini, entre os rios Real e Jabiberi, mais ou menos onde hoje se localiza a cidade de Tobias Barreto.

Influenciado pelo primo Gabriel Soares de Souza morto em 1592 quando participava de uma entrada a procura de ouro e pedras preciosas nos sertões baianos, Belchior saiu em 1594 na sua própria expedição. Após oito anos de andanças pelos sertões de Bahia e Sergipe, quando todos já o julgavam morto, retornou à sua fazenda afirmando ter descoberto ricas minas de prata. Em 1605 viajou para Espanha onde planejava encontrar patrocínio para a exploração das minas, retornando quatro anos depois com a promessa real “torna-lo fidalgo e lhe dar a administração das minas” conforme relata Maria Thétis Nunes no livro Sergipe Colonial I.

Apesar do apoio real, Belchior encontrou dificuldades impostas pelo então superintendente de todas as minas do Brasil, Dom Francisco de Souza. Mas, com a morte de Dom Francisco em 1611 e o constante fracasso nas buscas das riquezas minerais, a corte espanhola lembrou-se das promessas de Belchior de que as minas por ele descobertas seriam capazes de calçar as ruas de Madri com prata.  O então Governador-Geral do Brasil, Dom Luís de Souza, recebeu carta do rei de Espanha instando que se contatasse Belchior Dias Moreia. Na carta era garantida ao sertanista o foro de fidalguia, a administração das minas e terras que pretendesse, contanto que informasse a localização das minas e passasse a explorá-la o quanto antes.

Assim, em fins de 1617, o Capitão-Mor de Sergipe João Mendes acompanhado de Cristóvão da Rocha, pessoa de destaque em Sergipe e o Ouvidor Gaspar de Oliveira, em nome do Governador-Geral do Brasil chegam à fazenda Jabibiry, para acertarem os detalhes da expedição que levaria às minas. Belchior recebe a comitiva, mas, desconfiado, diz que só revelará a localização das minas com a confirmação das vantagens ofertadas pelo rei e não depois.  A confirmação real só viria em 1619. Alegando serem tais concessões muito pouco em razão da imensidão de riquezas a ser gerada, Belchior exigiu mais concessões, dentre elas a hereditariedade do foro de fidalguia e da administração das minas, além de mais trinta léguas de terras igualmente hereditárias, onde teria poder total sem necessidade de prestar contas aos governadores-gerais, aos tribunais e juízes, além dos direitos de instituir hábitos de cavaleiros de Cristo e apresentar párocos às freguesias dos seus distritos. Tudo lhe foi concedido e depois de grandes preparativos a comitiva composta do próprio Governador Dom Luís de Souza e do Desembargador Francisco Fonseca Leitão, contando ainda com o capitães-mores do Espírito Santo, Gaspar Allures de Siqueira e de Sergipe, João Mendes e de um mineiro castelhano trazido do Peru especialmente para essa entrada, Fernão Gil, partiu em meados de 1619, sob o comando de Belchior que os levou até a Serra de Itabaiana.

serra-de-itabaiana

Vista parcial da Serra de Itabaiana, onde, ainda hoje, muitos acreditam ser o local das Minas de Prata de Belchior Dias

O técnico castelhano submeteu vários exemplares de rocha a testes sem encontrar nenhum traço de qualquer tipo de metal precioso. Segundo relato do próprio Governador em carta ao Rei Felipe II, Belchior ainda tentou oferecer a localização de nova mina de grande rendimento próximo ao rio Real. Mas entendendo que ele estava confuso e variava, Dom Luís de Souza ordenou o retorno da expedição para São Cristóvão onde os exemplares de rocha foram submetidos a novos exames, confirmando a inexistência dos metais preciosos. Belchior foi então preso e conduzido para Salvador onde permaneceria encarcerado até que as despesas com a expedição fossem repostas à Fazenda Real. Para liberta-lo, sua família pagou a indenização, permitindo que retornasse para sua fazenda onde, octogenário, morreria em 1622.

A história das minas de prata da Serra de Itabaiana, no entanto, não terminaria aí. Segundo Maria Thétis Nunes, embasada em documentação de Vasco Fernandes César de Menezes, Governador da Bahia em 1726, Belchior teria encontrado na realidade minas de ouro no interior da Bahia. Porém, sempre desconfiado das promessas das autoridades metropolitanas, levou a comitiva para a Serra de Itabaiana onde pretendia submete-los a prova. Com a confirmação de suas suspeitas optou por não revelar a verdadeira localização das minas. Esse pensamento levaria muitos outros sertanistas à procura das Minas de Prata de Belchior Dias Moréia, não apenas na Serra de Itabaiana, mas por todo o sertão sergipano e de partes da Bahia, criando todo tipo de lenda sobre riquezas incalculáveis, que, por sua vez, levou a inúmeras expedições organizadas nos anos e séculos a frente com o intuito de descobrir o local exato das minas. Graças a essas expedições grande parte do interior do estado sergipano foi explorado, auxiliando no melhor conhecimento de seu território, na criação de novas rotas e novos pastos para o gado e de novos núcleos de povoamento.

Ainda durante o período da União Ibérica (na realidade, mas especificamente por causa dela) outro fato importante ocorreu na história da pequena capitania: A invasão dos holandeses ao Nordeste colonial. A Holanda integrava o Império Castelhano até 1579, quando consegue a independência depois de um período de lutas intensas. Como retaliação, Felipe II proibiu a entrada de navios holandeses em portos ibéricos, o que, na época, incluía todas as colônias portuguesas e espanholas, ou seja, praticamente metade do mundo conhecido até então. Essa medida impactou diretamente o rico comércio que os holandeses tinham com os portugueses e suas colônias.

Por contramedida, a Holanda cria as Companhias de Comércio, cujo objetivo era assegurar os negócios holandeses no mundo. Com o sucesso da Companhia das Índias Orientais no extremo Oriente, foi criada em 1621 a sua equivalente, a Companhia das Índias Ocidentais, com o intuito de atacar as principais áreas de importância colonial espanhola no Novo Mundo, em especial as portuguesas, assegurando o monopólio holandês sobre a lucrativa produção açucareira do Nordeste brasileiro. Os holandeses calculavam serem essas colônias o ponto fraco do império espanhol e por isso foi escolhido como alvo inicial.

Uma primeira tentativa de invasão a Salvador se deu em 1624, mas depois de um ano os holandeses foram expulsos por uma frota luso-espanhola sob o comando de Dom Fradique Toledo Osório. Cinco anos mais tarde nova tentativa é feita, tendo como alvo a próspera Capitania de Pernambuco. Com um melhor conhecimento do litoral nordestino e com uma frota bem preparada, conquistam a capitania após vencer a frágil resistência local e vão alargando a área conquistada. Ao norte chegam até o Maranhão e ao Sul chegam até o rio Real, na divisa entre Sergipe e Bahia.

Desde o início da ocupação holandesa a ocupação de Sergipe era imprescindível, pois era, conforme relata o holandês Gaspar Barléu: “Situada entre a capitania da Bahia e a terra do domínio holandês era vantajosa para a defesa de nossas fronteiras, abundava de gado e dava mais de uma esperança de minas”. A pequena capitania tornava-se estratégica para as pretensões holandesas de conquista da capital baiana, assegurando assim sua posição no Nordeste do Brasil colônia.

Foi no início do governo de Maurício de Nassau em 1637 que começou a se dar a tomada do território sergipano. Após a Batalha de Mata Redonda, Maurício de Nassau perseguiu as tropas vencidas até as margens do Rio São Francisco fundando o Forte Maurício onde mais tarde seria a cidade alagoana de Penedo. Doente, Nassau não pode continuar na luta, retornando a Recife ordenou que Segismundo Van Schoppke, no comando de 3.000 homens invadisse o território sergipano. O comandante das tropas vencidas por Nassau em Mata Redonda, Conde de Bagnuolo, aquartelado em São Cristóvão, percebendo que a resistência era inútil fugiu para Salvador ordenando que, tudo o que pudesse servir para o inimigo fosse destruído. Quando os exércitos invasores finalmente chegaram encontraram uma capitania devastada. Das 13 mil cabeças de gado existentes 8 mil foram levadas na fuga sendo sacrificadas as restantes, os canaviais foram incendiados, casas e engenhos destruídos.

cidade-de-penedo-em-alagoas-vista-de-neopolis-sergipe-destino-tem-importantes-construcoes-historicas-e-religiosas-1378758324814_956x500

Cidade de Penedo em Alagoas nas margens do rio São Francisco na divisa com Sergipe

Apesar da devastação encontrada, era intenção de Maurício de Nassau reestruturar Sergipe fazendo-a retornar a prosperidade anterior. Entendia Nassau que, devido à sua posição estratégica, a existência de uma população sob a autoridade holandesa em Sergipe traria maior segurança diante da possibilidade de um ataque luso-espanhol, seus pastos servindo para o abastecimento de carne e montarias para as tropas. No entanto a Companhia das Índias Ocidentais considerou o projeto muito dispendioso e contrário à política econômica que vinha orientando as conquistas holandesas. Essa política era pautada numa colonização essencialmente urbana, enquanto a colonização portuguesa efetuada em Sergipe era essencialmente rural, praticamente sem vida urbana e com seus poucos engenhos (eram quatro antes da invasão, todos de pouca importância) e canaviais destruídos não apresentavam as vantagens das demais capitanias sergipanas. Nassau insistiu em seu projeto, mas no fim a Companhia ordenou a construção de alguns fortes estratégicos nas margens dos rios Vaza-Barris e Real garantindo a segurança das fronteiras e a retirada das tropas, não sem antes finalizar a destruição iniciada por Bagnuolo durante sua fuga.

O pouco que sobrou de São Cristóvão foi totalmente destruído. No caminho de volta ao Forte nas margens do São Francisco o exército holandês destruiu “a pequena riqueza que uma colonização de 47 anos havia acumulado”, conforme narrado por Felisbelo Freire no livro “História de Sergipe”. O resultado foi o completo abandono político de Sergipe no período que perdurou a dominação espanhola no Brasil. Na capitania poucos e pobres agricultores e criadores que não conseguiram acompanhar a fuga de Bagnuolo, escapando da sanha destruidora das tropas holandesas, persistiam esquecido por ambas às nações.

No inicio de 1640 a coroa luso-espanhola insta o governo colonial brasileiro a retomar os territórios perdidos. Várias batalhas ocorrem no território sergipano e em abril desse mesmo ano é tomado o Forte Maurício. Ainda em 1640 a dominação espanhola sobre Portugal tem fim com a ascensão ao trono luso de Dom João IV, que contou com o apoio da burguesia urbana mercantil das cidades portuárias e de cristãos-novos. Uma vez que, um dos motivos da dominação espanhola no Nordeste brasileiro era atingir a Espanha, iniciam-se as conversações de paz entre Portugal e Holanda. Em 1641 é assinado um armistício entre as duas nações onde Portugal tentava assegurar a posse de Sergipe alegando ser a capitania a fonte de gado e mantimentos que sustentavam a Bahia e o fato de nunca ter sido efetivamente ocupada pelos holandeses.

aanwijzing_14_voor_het_hanteren_van_het_musket_-_v_lont_afneemt_jacob_de_gheyn_1607

Gravura da época mostrando um arcabuzeiro do exército holandês. Gravura de Jacob de Gheyn II

O armistício jamais foi respeitado no Brasil. Sergipe continuou sendo palco de inúmeras batalhas, guerrilhas e emboscadas, com tropas do lado português comandadas por Henrique Dias, André Vidal de Negreiros e João Lopes Barbalho. Em 1645 essas tropas já dominavam grande parte do território sergipano e preparavam-se para avançar sobre Alagoas. Junto a essas ações os senhores de engenho do Nordeste ocupado, endividados com os mercadores holandeses e sem condição de saldar as dívidas, organizavam uma revolta com o apoio do Governador-Geral Antônio Teles da Silva.

Em 1646 é enviada uma expedição contra o Forte Maurício reconquistando-o e depois partindo para o ataque da povoação de Urubu (atual cidade de Propriá) onde são derrotados numa emboscada armada pelo Capitão Francisco Rabelo, com o apoio de Pedro Gomes à frente dos índios Urumarus. A situação para os holandeses ficou insustentável e acabaram forçados a se retirarem da região do São Francisco. Terminava assim o tempo dos Flamengos em terras sergipanas.

O período de oito anos de ocupação holandesa em Sergipe foi pouco proveitosa para a capitania. O tímido progresso registrado desde a conquista de Cristóvão de Barros foi interrompido abruptamente: a criação de gado, até então principal atividade econômica foi praticamente interrompida, a iniciante indústria açucareira destruída e a embrionária vida urbana sofreu um atraso significativo com a destruição da capital São Cristóvão e dos pequenos núcleos de povoamento. No entanto, instigados pelas histórias deixadas pela procura das Minas de Prata de Belchior Dias Moréia, os holandeses realizaram várias expedições que exploraram as Serras de Itabaiana e Miaba, chegando até as terras onde hoje se encontra a cidade de Simão Dias e provavelmente até as cachoeiras de Paulo Afonso. Mesmo não encontrando as míticas minas, essas expedições aumentaram enormemente o conhecimento dos sertões sergipanos.

Por anos acreditou-se que a ocupação holandesa tinha deixado marcas na população sergipana através da existência de um maior número de pessoas loiras e de olhos claros especialmente na região do vale do São Francisco. Atualmente essa marca é questionada por historiadores, que acreditam serem esses loiros descendentes de portugueses originários da região da Galícia, ao norte de Portugal, cujos habitantes possuem esses mesmos traços físicos. Viria inclusive daí a origem do termo “galego”, muito comum em Sergipe e em alguns outros estados do nordeste para se referir a pessoas loiras.

Além desses fatos não houve em Sergipe nenhum impacto permanente ou significativo da permanência holandesa como ocorreu em outras áreas nordestinas, especialmente Pernambuco.

brasil-holandes2

Bandeira usada por Maurício de Nassau durante a ocupação holandesa do Nordeste Brasileiro

Fontes utilizadas nesse texto (e para se aprender mais):

“História de Sergipe” de Felisbelo Freire;

“História dos Feitos Recentemente Praticados Durante Oito Anos no Brasil e Noutras Partes sob o Governo do Ilustríssimo João Maurício Conde de Nassau” de Gaspar Barléus, Edição do Ministério da Cultura;

“Sergipe Colonial I” de Maria Thétis Nunes;

“Repertório de Documentos para a História Indígena” Organizado por Diana Maria de Foro Leal;

“Textos para a História de Sergipe”, de Diana Maria de Faro Leal Diniz (Organizadora).

Se você curtiu o post e tá gostando do Habeas Mentem, não deixe de curtir também nossa fanpage! Até mais

Anúncios

Um comentário sobre “A COLONIZAÇÃO DE SERGIPE DEL REY

  1. Pingback: PRINCIPAIS ASPECTOS HISTÓRICOS DE SERGIPE – Parte 1 – DESVENDE SERGIPE

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s