Logo no primeiro semestre de aulas do curso de Geografia na Universidade Federal de Sergipe, uma colega de turma questionou se sabíamos realmente quem foi Tobias Barreto. Querendo dar uma de engraçado, brinquei que Tobias Barreto era a cidade de onde ela vinha. Solenemente desconsiderando a piada sem graça envolvendo sua naturalidade, com muita seriedade ela nos apresentou fatos e feitos daquele que é considerado por muitos, dentro e fora de Sergipe, uma das figuras mais importantes não apenas do pequeno estado onde nascera, mas do Nordeste e do Brasil.

Essa conversa ocorrida há quase vinte anos (já?) me deixou com, não uma apenas, mas inúmeras pulgas atrás das duas orelhas. Afinal, o quanto eu realmente conhecia do meu Estado? Mesmo tendo recebido uma base razoável com o aprendido em casa nos ensinos de minha mãe e de meu pai, o fato era que, tirando esse exemplo caseiro, pouco ou nada me foi ensinado sobre Sergipe. Dados geográficos, feitos históricos, importância de determinados nomes e o porquê de serem reverenciados eram nada mais que incógnitas. Os ensinamentos da colega sobre aquela figura que para mim não passava do nome de uma cidade no interior do Estado não serviu somente para ligar o alerta, mas principalmente me impulsionou na busca por mais informações e dados.

Agora eu olhava para ruas, avenidas, praças e me questionava: Quem é esse tal de Hermes Fontes? Gumercindo Bessa fez o que de relevante para dar nome a um dos fóruns da capital? Sem surpresa nenhuma descobri uma variedade gigantesca de personalidades cuja importância, não raro, extrapolavam e muito as fronteiras do menor Estado da Federação. E como ontem foi o dia de conhecermos algumas das personalidades femininas, cuja invisibilidade em muitos dos casos era ainda mais gritante apenas pelo fato de serem mulheres, hoje exercito a difícil tarefa de apresentar apenas oito personalidades masculinas sergipanas. Para aprendermos um pouco mais sobre nossa história e assim, consequentemente valorizarmos mais nossa Sergipanidade. Afinal, como valorizar, se orgulhar de algo que não se conhece?

1-Tobias Barreto

Nada mais justo do que começarmos essa lista com o nome de Tobias Barreto de Menezes, afinal, se não fosse aquele questionamento de tantos anos atrás, talvez eu não tivesse a curiosidade aguçada para pesquisar mais sobre a história sergipana. Filósofo, poeta, crítico e jurista brasileiro, nasceu na Vila de Campos do Rio Real, no extremo sul sergipano, no dia 7 de junho de 1839, iniciou os primeiros estudos na cidade natal, mudando para Estância onde estudou latim e música e finalmente Filosofia e matérias introdutórias em Salvador. Mas não chegou a terminar o curso. Um ano depois mudava-se para a intelectualizada Recife onde entrou para o curso de Direito tornando-se também um integrante fervoroso da Escola de Recife, bem como foi o fundador do condoreirismo brasileiro. Sendo mestiço sentiu-se discriminado pela sociedade da época ao tentar casamento com uma moça de família aristocrática que não permitiu o casamento além de ser preterido numa vaga para professor de Filosofia no Ginásio Pernambucano embora estivesse entre os classificados, acontecimentos que, muito provavelmente, ajudaram a aumentar o sentimento de discriminação. Ainda assim, depois de dedicar-se a advocacia na cidade pernambucana de Escada, voltou a Recife depois de dez anos para lecionar na Faculdade de Direito. Apesar de ter ficado pouco tempo no cargo, seu impacto na instituição foi tão marcante que ela hoje é conhecida como a Casa de Tobias. Dentre suas muitas realizações destaco sua luta pelo direito das mulheres de estudarem argumentando contra o preconceito instituído de que os cérebros das mulheres eram menores e, portanto, inadequados ao estudo em nível superior, Tobias insistiu que bolsas de estudo deveriam ser liberadas para que duas mulheres pudessem estudar medicina nos Estados Unidos. Chegou a propor a criação do Partenogógio do Recife, uma escola de nível superior para mulheres. Também foi o responsável por uma mudança significativa no pensamento brasileiro, até então muito ligado às culturas francesa e portuguesa, ao introduzir no país o germanismo. Ainda por sua atuação como jus filósofo o advogado Luiz Eduardo Oliva, professor de Direito, ex-pro-reitor da Universidade Federal de Sergipe UFS, membro da Academia Sergipana de Letras Jurídicas e estudioso da obra e do homem Tobias Barreto afirma: “Tobias Barreto foi sem dúvida o maior jus filósofo brasileiro de sua época, senão o maior do Brasil até hoje. É um dos cinco únicos brasileiros a integrar o Dicionário dos Maiores Juristas da Humanidade, da Universidade Wolfgang Goethe, em Frankfurt na Alemanha, ao lado de nomes como Cícero, Beccaria, Foucaut, Ihering”. Honraria que veio se juntar às inúmeras outras recebidas tanto em vida como após sua morte ocorrida em 26 de junho de 1889 em Recife. Apenas para citar algumas é o patrono da cadeira 38 da Academia Brasileira de Letras, teve seu nome inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, sendo também lembrado na terra natal que, ao ser elevada a categoria de cidade, foi rebatizada para Tobias Barreto.

2-Hermes Fontes

Se algum dia vier a Aracaju e, por acaso, perguntar a qualquer pessoa quem foi Hermes Fontes, muito provavelmente a resposta será “É aquela avenida que leva ao centro da cidade”. Apesar da honraria de nomear uma importante via da capital sergipana, pouquíssimos de seus conterrâneos sabem que Hermes Floro Bartolomeu Martins de Araújo Fontes, ou simplesmente Hermes Fontes foi, além de formado em direito, porém sem nunca exercer a profissão, colaborador em inúmeros periódicos na capital federal da época, o Rio de Janeiro, caricaturista e, principalmente, poeta. Nascido em Boquim no dia 28 de agosto de 1888, não encontrei muitas informações sobre sua infância e primeiros estudos. Apenas que mudou-se para o Rio de Janeiro com dez anos e que aos 15 já colaborava com o jornal O Fluminense e aos 16 fundava o próprio jornal com Júlio Surkhow e Armando Mota, o Estréia. Seu primeiro livro de poesias, de um total de dez, chamou-se “Apoteoses” e foi lançado em 1908. Essa obra viria a influenciar a poesia brasileira no começo do século XX, levando inclusive Olavo Bilac a dizer: “É Hermes Fontes um moço, quase um menino cujo livro Apoteoses é uma revelação de força lírica”. Participou da criação da Academia Sergipana de Letras, mas não teve êxito em fazer parte da Academia Brasileira, mesmo tentando por cinco vezes o seu acesso. Embora fosse seu sonho ser escolhido o Príncipe do Poetas, assim como Olavo de Bilac, Hermes Fontes teve um trágico fim na noite de natal de 1930. Desiludido, solitário, sem o carinho da mãe, distante de sua terra natal e traído pelo seu grande amor, o poeta com fama de homem sisudo, romântico e depressivo acabou com sua própria vida com um tiro na cabeça, sendo enterrado em tumulo ao lado do escritor Lima Barreto.

3-João Ribeiro

João Batista Ribeiro de Andrade Fernandes é mais um filho da fecunda em artistas e intelectuais Atenas Sergipana, a cidade de Laranjeiras, onde nasceu em 24 de junho de 1860. Terminando os primeiros estudos na cidade natal, mudou-se para Aracaju onde foi aceito no prestigiado e concorrido Atheneu Sergipense. Matriculado na Faculdade de Medicina de Salvador, percebeu sua falta de vocação e matriculou-se na Politécnica do Rio de Janeiro onde estudou simultaneamente arquitetura, pintura, música e os vários ramos da literatura em especial filologia, área pela qual era apaixonado. Dedicou-se ao magistério, ao jornalismo, tendo trabalhado no jornal O Globo fundado por Quintino Bocaiúva. Viajou duas vezes à Europa em missões oficiais, a primeira como representante do Brasil no Congresso de Propriedade Literária, realizado em Dresden e a segunda na qualidade de assessor da delegação sob a presidência de Joaquim Nabuco, encarregada das negociações do litígio anglo-brasileiro na questão da Guiana. Embora não estivesse entre os fundadores da Academia Brasileira de Letras (o que não ocorreu apenas por se encontrar fora do país na ocasião), foi eleito logo na primeira oportunidade, em virtude de sua rica e vasta obra que incluía obras didáticas, gramáticas, antologias e compêndios, além de estudos de filologia e ensaios diversos. Foi um dos primeiros a assinalar a contribuição dos indígenas e dos povos africanos trazidos para o Brasil na formação cultural do país. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 13 de abril de 1934, após nove anos escrevendo apenas crônicas, ensaios e crítica para o Jornal do Brasil.

4-Jenner Augusto

Ele é o autor dos murais do Cacique Chá baseados em cenas históricas, no folclore e nos costumes de Sergipe, trabalho esse considerado o marco do modernismo em Sergipe. Pouco tempo depois, já morando em Salvador (depois de ter sido aconselhado a estudar mais o desenho por ninguém menos que Cândido Portinari) participou do Salão Baiano de Belas Artes e da Mostra Novos Artistas Baianos, que, por sua vez, é considerado como marco inicial da arte moderna na Bahia. Não por acaso, o aracajuano nascido em 11 de novembro de 1924 é tido como um dos maiores artistas plásticos de Sergipe. Apesar de ter ficado órfão de pai com apenas seis meses de vida e de ter tido uma infância pobre, sua aptidão para as artes nunca foi negligenciada. Tendo como primeiro ídolo o também sergipano Horácio Hora, morou um tempo na terra natal do ídolo, para variar, Laranjeiras, onde copiou e recopiou seus trabalhos inúmeras vezes. Ao mudar-se para Salvador fez questão de se inserir no forte movimento de renovação das artes ao lado de nomes como os de Jorge Amado, Carybé, Dorival Caymmi dentre outros com quem também travou amizades. Foi um artista atuante tanto nos movimentos modernista como no abstracionista. Teve seu nome dado a uma galeria de arte em Salvador nos anos 90, onde, em 1995, também se comemorou os cinquenta anos de suas atividades artísticas. Em Aracaju, foi homenageado em 2002 ao nomear a Galeria de Arte Jenner Augusto na Sociedade Semear. Após sua morte no dia 03 de março de 2003, em Salvador, Jenner Augusto ainda foi homenageado em 2011 pela Sociedade Semear que realizou na Galeria de Artes que leva seu nome a exposição retrospectiva com o lançamento do livro “Jenner, Vida e Obra”, de Mário Britto e Zeca Fernandes e, no ano seguinte, em Brasília foi realizada a exposição “Jenner, Cores de uma Vida”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, com o lançamento de livro homônimo, também de autoria de Mário Britto e Zeca Fernandes. Presto aqui meus agradecimentos ao autor Mário Britto, cujo oportuno texto publicado no Expressão Sergipana foi a única fonte que encontrei online sobre a vida de Jenner Augusto. Para poder ver obras do artista, é só clicar nesse link da Enciclopédia Itaú Cultural.

5-Laudelino Freire

Assim como o laranjeirense João Ribeiro foi um renomado filólogo, Laudelino Freire, nascido em Estância em 26 de janeiro de 1873, destacou-se como um filólogo amante da história, do desenvolvimento e do espírito da língua. Mas, assim como seus colegas de lista, não se dedicou a uma única atividade sendo ainda advogado, jornalista, professor, político (cumprindo três mandatos como Deputado Estadual na Assembleia Legislativa de Sergipe) e crítico, além de ter exercido cargos públicos, o magistério (lecionando Português, Espanhol, Geografia, História e Geometria no Colégio Militar do Rio de Janeiro) e o jornalismo, colaborando na imprensa também, sob os pseudônimos Lof e Wulf. Seus artigos publicados em jornais foram reunidos em “Notas e Perfis”, num total de nada menos que onze volumes. Mais um sergipano a integrar a Academia Brasileira de Letras ocupou a cadeira 10, sendo eleito em 16 de novembro de 1923, na sucessão de ninguém menos que Rui Barbosa. Dentre suas obras de maior alcance destaca-se o “Grande e Novíssimo Dicionário da Língua Portuguesa” publicado postumamente em cinco volumes com a colaboração de J. L. de Campos, Vasco Lima e Antônio Soares Franco Júnior. Também escreveu “Um Século de Pintura: 1816 – 1916”. Faleceu no Rio de Janeiro em 18 de junho de 1937.

6-Gumercindo Bessa

Polímata brasileiro de renome, tendo se destacado como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Esse era Ruy Barbosa, chamado de “O Águia de Haia” por sua atuação como delegado do Brasil na II Conferência da Paz, em Haia. Mas, talvez se perguntem, por que começar o texto sobre o ilustre filho da cidade de Estância nascido em 2 de janeiro de 1859, escrevendo sobre o não menos ilustre soteropolitano? Porque somente assim podemos ter uma breve ideia da imensa dificuldade que deveria ser para qualquer um debater algum assunto com o notório baiano. Qualquer um que não fosse Gumercindo de Araújo Bessa, jurista formado na Faculdade de Direito de Recife (onde foi um aluno de destaque recebendo da congregação uma menção honrosa declarando-o apto a lecionar direito em qualquer faculdade do mundo), que, não apenas debateu, mas ainda foi capaz de apontar um erro em peça jurídica de Rui, calou-o em tréplica jocosa e, como se tudo isso não bastasse, venceu O Águia de Haia garantindo que a existência como Estado do recém comprado território do Acre. A disputa que tornara-se pública foi a provável origem da lenda de que a expressão “à beça” (que significa em grande quantidade ou intensidade, em profusão), era uma alusão a capacidade argumentativa de Gumercindo Bessa, sendo, curiosamente, seu conterrâneo o filólogo João Ribeiro uma das principais fontes usadas para rebater a, assim chamada, “teoria Bessa”. Por causa desse evento (sobre a qual pode-se ler mais a respeito nesse artigo especial), o advogado, promotor público, jornalista, político (eleito deputado provincial em Sergipe na última legislatura do Império e novamente durante o advento da República, tendo participado da elaboração da primeira Constituição estadual), juiz de casamentos e desembargador, alcançou fama nacional, feito que se torna ainda mais notável uma vez que ele jamais deixou Sergipe, mesmo durante o debate com Ruy Barbosa, sendo aliás essa umas das duas condições impostas para defender os acreanos. A outra foi a de não receber nada em troca. Ah, e também é dele a mais perfeita e minha preferida descrição da capital sergipana a qual chamou de tabaroa vestida de chita e calçada de tamancos. Em suma, são motivos à beça (ou seria à Bessa?) para que seu nome não faltasse nessa lista e fosse homenageado com o seu nome sendo dado ao Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe.

7-Ibarê Dantas

Conterrâneo de Terezinha Alves Oliva, José Ibarê Costa Dantas nasceu na pequenina Riachão do Dantas em 1939 numa família de grandes proprietários rurais. Estudou em escolas consideradas de elite tanto em Salvador, como em Aracaju. E como todo filho da elite na época ingressou na Faculdade de Direito da UFS, mas logo percebeu a pouca habilidade na área mudando para o curso de História gerando uma certa polêmica, pois era inconcebível essa troca em virtude da baixa extração social dos alunos de História e o desprestígio do magistério secundário, única meio de atuação na época. Felizmente foi um grande acerto, em especial para a pesquisa historiográfica sergipana, dado a sua extensa obra com destaque para as pesquisas e livros publicados sobre o movimento tenentista e a política em Sergipe. Também foram fundamentais sua atuação como fundador e professor do Núcleo de Pós-Graduação em Ciências Sociais, embrião do que são hoje o mestrado e o doutorado em Sociologia da UFS. Embora tenha se aposentado em 1994, ainda escreveu e publicou em 2010 a biografia de Leandro Maciel mantendo-se ativo por longo tempo. Pelo inteiro conjunto de sua obra registrada em livros, capítulos de livros, artigos em revistas, artigos para a imprensa, entrevistas para jornais, palestras e conferências é considerado um dos maiores, senão o maior intelectual sergipano na atualidade, tendo ajudado a melhor compreender momentos chaves da história recente sergipana.

8-Luiz Antônio Barreto

Um dos motivos de escrever essa série de textos onde procuro, de maneira breve e didática, resgatar um pouco da história, cultura e intelectualidade sergipanas é, justamente, dar luz e visibilidade a esses que são alguns dos elementos constituintes da Sergipanidade. E, nesse sentido, acredito serem poucos os que mais se dedicaram, com pesquisas profundas e extensas além de intensa divulgação que Luiz Antônio Barreto, jornalista e historiador nascido em Estância no dia 10 de fevereiro de 1944. Responsável pelo resgate histórico de inúmeros feitos tanto históricos como culturais, fazendo o mesmo por personalidades que corriam o risco de serem esquecidos em sua própria terra, sendo o melhor exemplo o de Tobias Barreto. Apesar de seu brilhante currículo de obras e vida, em anos recentes era pouco lembrado no Estado, situação que só mudaria com o intenso e persistente trabalho de pesquisa e divulgação feita por Luiz Antônio, tornando-o um especialista na vida e obra do ilustre jurista sobre quem escreveu inúmeras obras além de realizar a mais completa atualização da obra de Tobias com 10 volumes (publicados pela Editora Diário Oficial do Estado de Sergipe-Edise), trabalho esse que permite a outros a realização de novas pesquisas. Além desse trabalho importante Luiz Antônio ainda foi o responsável pela criação de diversas atividades educativo-culturais em Sergipe, como os Encontros Culturais de Laranjeiras; a Discoteca Pública, do Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, também em Laranjeiras; o Seminário do Gado e do Couro, em Lagarto; o sistema de Vagão-Escola, da Biblioteca Infantil no Vagão (o qual foi tristemente negligenciado em anos recentes até sua remoção) localizada no Parque Teófilo Dantas; a Oficina de Artes da Escola de 2º Grau José Antonio da Costa Melo e a Escola Ecológica, localizada no Parque da Cidade Governador José Rollemberg Leite. Tão fecunda foi sua obra que seria impossível relatar todas aqui. Resigno-me a agradecer e reverenciar toda a dedicação desse memorável sergipano falecido em Aracaju, no dia 17 de abril de 2012.

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Esse é o terceiro texto das comemorações pelo bicentenário da Emancipação Política de Sergipe comemorado no dia 8 de Julho. Para ser informado de novas postagens ou para saber o que ando lendo, assistindo e ouvindo, curta também nossa fanpage!

Até amanhã com mais um texto da série!

Um comentário em “OITO PERSONALIDADES MASCULINAS SERGIPANAS

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